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Home Gateware / Gateware na mídia / Salto no mercado de inovação

Salto no mercado de inovação

  • 13 de maio de 2021
  • Gateware na mídia, Por dentro da Gateware
  • Gateware

Um salto no mercado de inovação: “Olha para o precipício e salta”– essa é a orientação do CEO da Gateware, Francisco Luiz Ferreira, para aqueles que querem empreender e atuar com inovação

“Ser empresário no Brasil não é fácil, são muitas burocracias, impostos e inúmeros desafios até acertar. Um trabalho de persistência para conquistar os primeiros clientes e um longo caminho a ser percorrido”, afirma Francisco Luiz Ferreira, CEO da Gateware, empresa provedora de soluções em tecnologia digital, com sede em Curitiba, no Paraná, e unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA.

Focada em tecnologia e inovação, a Gateware foi fundada em 2000, em um momento que Francisco percebeu que não queria mais ser funcionário e decidiu empreender com mais um amigo. “Estudei bastante, tive formação teórica que precisava e me preparei financeiramente, porque não sabia quando, mas sabia que em algum momento da vida iria empreender”, relata.

E a dica que ele dá para quem está neste caminho é: “se livre dos custos fixos; tenha uma reserva financeira, porque no começo é impactante deixar um salário fixo e passar meses sem recursos financeiros; saiba que no início pode faltar dinheiro, mas com trabalho e persistência a situação financeira volta a se estabilizar.”

Aos 55 anos, formado em Análise de Sistemas de Computação, Administração e Economia, o CEO – muito estudioso – também se aventurou pelos cursos de Física e Medicina. Ele conta que a primeira oportunidade de cliente surgiu em 2000, com uma proposta de contrato ao HSBC – o primeiro cliente da Gateware. A empresa foi a responsável por desenvolver o sistema digital do HSBC – banco on-line e aplicativo. Ao todo, em serviços prestados ao setor bancário são mais 350 mil horas acumuladas.

Inicialmente, em quatro sócios, ele conta que faziam de tudo, desde a parte técnica, financeira até a administrativa. E no momento em que o HSBC foi adquirido pelo Bradesco, os sócios se viram perdidos, pois só tinham esse cliente. Foi aí, e após muitos erros, que buscaram uma consultoria para reformular o plano de negócios da empresa.

Neste mesmo período, Francisco decidiu se afastar da empresa para estudar. Em 2011, passou no curso de Física. Depois, em 2016, iniciou a faculdade de Medicina. Ao ver que a Gateware começou a enfrentar dificuldades, ele decidiu voltar para Curitiba e optou por trancar a faculdade de Medicina, no Mato Grosso do Sul.

De volta à companhia que fundou, assumiu, dessa vez, a área comercial em um cargo subordinado a um dos sócios. “Foram seis meses de ‘porta na cara’, foi uma trajetória difícil nesta área. Aí contratei uma pessoa de mercado, que indicou que a digitalização era o caminho e não mais o porta a porta. E, em 2017, em um momento que percebi que precisávamos expandir e investir em novos mercados e estados, além de atrair novos talentos e reforçar a marca, decidi comprar a parte dos demais sócios, ficando com 100% da Gateware”, conta.

Um “caixeiro-viajante” obstinado pela inovação

Esse foi o salto da Gateware, que traz em seu nome os termos ponte (gate) e produto (ware) – “pensamos em software e hardware. Nosso objetivo era ser ponte para as plataformas”, diz Francisco, que passou os anos de 2018 e 2019 viajando e prospectando clientes pelo Brasil, em especial para São Paulo e Rio de Janeiro, além de digitalizar a empresa.

“Me sentia como um ‘caixeiro viajante’. Visitava desde multinacionais a empresas que eram na casa da pessoa – ‘jogava a rede’ – e vendia de tudo, desde a Fábrica de Software, gestão de projetos, alocação de profissionais”, lembra o CEO, que neste período encontrou um mercado promissor em São Paulo e Santa Catarina.

As oportunidades foram surgindo e Francisco percebeu que faltava inovação para muitas organizações. “Eles ficavam muito focados em trabalho e manutenção, e isso consumia demais da empresa, então, pedi para eles passarem os processos de manutenção para Gateware, e focassem na inovação de seu produto”, expõe.

Nessa época, a Gateware saltou de quatro para 30 funcionários e alcançou em 2018 um faturamento na casa dos sete dígitos. Um crescimento de 110% em um ano e, em 2019, chegou a 113%. “Foi o restart da companhia e isso foi além de faturamento, passou também pela retenção de talentos. Deixamos de contratar pessoas mais técnicas para área de gestão de projetos e optamos por profissionais da área de Administração, Economia e Comunicação, por exemplo. Também passamos a contratar mais mulheres, pois observamos que elas antecedem os problemas por serem mais detalhistas. Hoje, 40 a 50% dos postos de gestão são comandados por mulheres”, diz.

Em 2020, a Gateware adquiriu parte da Bexpo. E, mesmo em um ano desafiador, diante da pandemia da covid-19, cresceu 76%. Agora, em 2021, comprou 100% da startup, que desenvolveu o app LivID, solução que faz reconhecimento facial para Prova de Vida por meio do celular. E, para este ano, a perspectiva de crescimento é de 71% em relação a 2020, o que deve representar oito dígitos no faturamento.  O número de funcionários também deve crescer – de 80 para 150.

Especialista soluções e serviços de tecnologia da informação, com foco na entrega de valor agregado ao cliente, a Gateware desenvolveu uma metodologia própria para a gestão de projetos e mudança (PMO e GMO), pois considera a Gestão de Mudança como um fator essencial para a mitigação de riscos e resistências para as empresas alcançarem os seus objetivos estratégicos.

Confira também:

Digitalização para alavancar os negócios | Gateware é destaque na TV Câmara Campinas

Matéria elaborada pela Smartcom e publicada nos portais:

  • Jornal Empresas e Negócios
  • Jornal Noroeste
  • Mirian Gasparin
  • Acontecendo Aqui
  • Gongogi
Salto no mercado de inovação - Jornal Indústria e Comércio
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Uma pesquisa realizada pela Ford em parceria com o Datafolha ouviu 250 líderes de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação de diferentes setores e regiões do país. O resultado: 98% das médias e grandes empresas brasileiras enfrentam dificuldades para contratar profissionais qualificados em tecnologia. O impacto vai além da dificuldade de preencher vagas. A escassez de talentos já influencia o ritmo dos projetos, aumenta custos e reduz a capacidade das empresas de responder às demandas do negócio. Com a tecnologia ocupando cada vez mais um papel estratégico dentro das organizações, cresce a necessidade de profissionais especializados. Ampliando assim, o desafio de encontrar profissionais com o perfil necessário para cada projeto. Por que contratar profissionais de TI ficou tão difícil? Embora o desafio de contratar profissionais qualificados seja um desafio em todas as áreas, ele se concentra em competências consideradas essenciais para inovação e competitividade das empresas. Inteligência artificial, engenharia de dados, cloud e segurança da informação estão entre as especialidades mais impactadas nesse cenário. Quais profissionais de tecnologia estão mais difíceis de contratar? De acordo com o Guia Salarial de 2026 da Robert Half, as habilidades técnicas com mais dificuldade de preenchimento no Brasil são: Cloud, Data Science, Segurança da Informação e Desenvolvimento de Software. Entre os cargos demandados por projetos estão Engenheiro de IA, Cientista de Dados, Analista de Segurança da Informação e Especialista de BI. Já nas contratações efetivas, posições como Arquiteto de Software, Desenvolvedor e Analista de Sistemas permanecem entre as mais disputadas. Demanda cresce mais rápido que a oferta Segundo o Relatório Setorial 2025 da Brasscom, os investimentos em tecnologias digitais no Brasil devem alcançar R$2 trilhões entre 2026 e 2029. À medida que as empresas aceleram os projetos de transformação digital e ampliam a adoção de tecnologias como inteligência artificial, cresce também a demanda por profissionais especializados. O desafio é que a oferta de talentos não acompanha esse ritmo, ampliando a dificuldade de contratação em diversas áreas da tecnologia. Em 2025, 39% dos executivos brasileiros afirmam que a falta de especialistas tem atrasado projetos de inteligência artificial em suas organizações, contra 25% em 2024, O dado mostra que a dificuldade de contratação vem se intensificando conforme a adoção dessas tecnologias avançam. Como a escassez de profissionais impacta as empresas? Encontrar e contratar profissionais de tecnologia tornou-se um dos principais desafios para empresas de médio e grande porte. Com um cenário de escassez de talentos, processos seletivos longos e da alta rotatividade, a alocação de squads de ti surge como alternativa para mitigar essa questão. Vagas permanecem abertas por mais tempo Segundo a pesquisa da Ford, apenas 14% das empresas conseguem contratar profissionais de tecnologia em menos de um mês. Para metade das organizações, o processo leva entre um e dois meses, enquanto 25% levam até três meses. Em 11% dos casos, a contratação ultrapassa quatro meses. Alto turnover na área de tecnologia Além da dificuldade de contratar, muitas empresas enfrentam altos índices de turnover (taxa de retenção), especialmente em posições técnicas altamente especializadas como inteligência artificial, engenheiros de software, Segurança da Informação e Machine Learning que são considerados pelos executivos como os mais escassos. O que é a alocação de profissionais de TI? Encontrar e contratar profissionais de tecnologia tornou-se um dos principais desafios para empresas de médio e grande porte. Com um cenário de escassez de talentos, processos seletivos longos e da alta rotatividade, muitas organizações passaram a adotar modelos de contratação mais flexíveis para manter o ritmos dos seus projetos Entre eles, a alocação de profissionais de TI se destaca por permitir acesso mais rápido a especialistas qualificados, reduzindo o tempo necessário para formar equipes e atender demandas específicas do negócio. Como funciona a alocação de profissionais de TI? Na contratação tradicional, a empresa é responsável por todas as etapas do processo seletivo: definir o perfil da vaga, divulgar oportunidades, realizar triagens, conduzir entrevistas técnicas e comportamentais e concluir a contratação. Para posições seniores ou que exigem competências altamente especializadas, esse processo pode levar semanas ou até meses. Na alocação de profissionais de TI, esse processo é conduzido por uma empresa especializada em recrutamento e gestão de talentos em tecnologia. O cliente apresenta o escopo do projeto, o perfil desejado e as competências necessárias. A partir dessas informações, o parceiro realiza um mapeamento das necessidades do negócio, conduz todo o processo de seleção e apresenta os profissionais mais aderentes ao projeto. Após a contratação, a empresa parceira também é responsável pela admissão, onboarding e acompanhamento contínuo dos profissionais, permitindo que a organização concentre seus esforços na execução do projeto, sem assumir toda a complexidade da gestão do processo de contratação. Redução de tempo, custo e risco Avaliar um candidato, como em áreas como inteligência artificial, arquitetura de software, engenharia de dados, exige um conhecimento especializado que nem sempre existe nas equipes de RH. Um parceiro de alocação atua exatamente nesse ponto: traduz a necessidade do projeto em um perfil técnico preciso e encaminha um profissional adequado. O resultado é um processo mais rápido, assertivo e com menos risco operacional. Caso o profissional não se adapte ao projeto ou seja necessário substituir o perfil, essa responsabilidade permanece com a empresa parceira, sem que o cliente precise reiniciar todo o processo seletivo. Benefícios da alocação de profissionais de TI Agilidade A Gateware conta com uma metodologia estruturada, um banco ativo de talentos e uma ferramenta de Inteligência Artificial que reduziu o SLA de apresentação de candidatos de 72 para 24 horas. Flexibilidade O modelo permite ampliar ou reduzir equipes conforme a evolução dos projetos, atendendo demandas de curto, médio ou longo prazo. Burocracia Toda a gestão trabalhista, contratual e administrativa permanece sob responsabilidade da empresa parceira, reduzindo riscos jurídicos e permitindo que a empresa concentre seus esforços na execução do projeto. Porque escolher a Gateware Com mais de 25 anos de mercado, a Gateware é especialista em alocação de squads de desenvolvimento para diferentes níveis de complexidade e conta com clientes como Ambev, AB InBev, BRF, Leroy Merlin, Sympla. Ao receber o escopo do projeto, nosso time de recrutamento realiza um diagnóstico detalhado das necessidades técnicas e estratégicas do cliente. A partir dessa análise, são definidos os perfis mais adequados e com as competências necessárias, que podem incluir desenvolvedores, analistas de negócios, profissionais de dados, QA, arquitetos de software, entre outros. Em seguida inicia-se a seleção estratégica, com avaliação técnica e comportamental dos candidatos, considerando não apenas as competências exigidas mas também o alinhamento cultural com a empresa. Ao longo de todo o projeto, a Gateware permanece responsável pela gestão e suporte ao profissional por meio da a área de Experiência do Cliente que inclui desde o entendimento aprofundado do contexto e da cultura do cliente até rotinas estruturadas de feedback, planos de desenvolvimento individual (PDI), monitoramento de produtividade e indicadores executivos. A atuação também é preventiva pois, ao identificar sinais de desalinhamento ou queda de performance, a área aciona rapidamente ajustes, inclusive substituições, sem comprometer a continuidade dos projetos. Além desse acompanhamento, o programa Buddy promove suporte aos colaboradores durante o primeiro ano de atuação, fortalecendo a integração, a adaptação e a retenção dos profissionais. O programa, inclusive, ganhou reconhecimento e recebeu uma reportagem exclusiva na TV Rede Massa, como você pode conferir no vídeo a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=7NzOsN19GMk&t=8s Agora que chegou até aqui, que tal conferir outros conteúdos que podem ser do seu interesse? 5 vantagens do serviço de alocação O que são células de desenvolvimento com escalabilidade inteligente Alocação de Squads de Desenvolvimento: como escalar projetos de TI com eficiência O futuro do outsourcing de TI: IA, squads híbridos e governança contínua Empresas podem reduzir gastos com TI sem perder eficiência CTA Formulário: Quero conhecer a alocação de squads da Gateware Segmentação no blog: GW Outsourcing Segmentação no RD Station: interessados em gw outsourcing

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