Grupo Piracanjuba atualiza o SAP S/4HANA para sustentar crescimento e avançar com inteligência artificial

O crescimento da produção da indústria de alimentos passa por uma evolução tecnológica e vem tornando seus processos mais eficientes com novas operações e o avanço da inteligência artificial. Em empresas que lidam diariamente com grandes volumes de matéria-prima, produção, estoques, distribuição e exigências regulatórias, sistemas atualizados e dados estruturados incorporam novas ferramentas digitais e o uso delas pelos colaboradores. Essa realidade é a do Grupo Piracanjuba, que vem investindo no upgrade de sua estrutura tecnológica para expandir nos negócios e aumentar a produtividade.

Em parceria com a Gateware, a empresa realizou, entre fevereiro e junho de 2026, a atualização do SAP S/4HANA da versão 2021 para a versão 2025. O go-live ocorreu em 14 de junho. Para esse projeto, a empresa de alimentos fez investimentos impactando em melhorias para a nova fase de transformação tecnológica.  Durante o projeto de atualização do SAP, a Gateware apoiou o Grupo Piracanjuba na gestão de mudanças, com ações de comunicação e integração entre as áreas envolvidas.

A atualização teve como objetivo manter o sistema em uma versão mais recente, dando conta de um crescimento da operação com a adoção de novas soluções, incluindo aplicações de inteligência artificial e o preparo das equipes para a mudança.

“O Grupo Piracanjuba está em franca expansão, com aquisição de mercado e crescimento em termos de faturamento. A tecnologia é a fundação para ajudar essa alavanca de crescimento”, afirma João Gilberto, Gerente de Tecnologia do Grupo Piracanjuba, responsável pelas áreas de dados, digitalização, transformação digital e projetos.

A experiência demonstra que a tecnologia precisa estar acompanhada de processos organizados, dados disponíveis e profissionais preparados para utilizar os novos recursos. Afinal, para empresas que já trabalham com grandes volumes e operações integradas, preparar a base tecnológica e seus colaboradores hoje pode ser determinante para aproveitar as aplicações que chegam à indústria nos próximos anos.

O Grupo possui capacidade de produção superior a 7 milhões de litros de leite por dia, mais de 300 SKUs e presença em mais de 90% dos lares brasileiros. A companhia trabalha ainda na incorporação de novas empresas, expansão de centros de distribuição e ampliação dos postos de captação de leite, o que aumenta a necessidade de integração entre processos, sistemas, dados e pessoas.

O avanço da inteligência artificial dentro das empresas de alimentos depende de uma infraestrutura que organize e conecte diferentes processos. No caso do Grupo Piracanjuba, a atualização do SAP S/4HANA 2025 abriu caminho até mesmo para novas aplicações que já estão sendo avaliadas pela companhia.

Entre elas estão os recursos de inteligência artificial oferecidos pelo próprio ecossistema SAP. A empresa já iniciou conversas sobre a utilização de agentes inteligentes que possam ser conectados à operação.

“Temos planos com a SAP, olhando para uma jornada dos agentes inteligentes. Como eu posso conectar isso dentro da minha operação? Eu só consigo fazer isso se a versão estiver atualizada”, explica João.

A digitalização alcança diferentes etapas da cadeia da indústria de alimentos. A tecnologia pode apoiar desde a entrada da matéria-prima até a produção, armazenamento, expedição e distribuição dos produtos. A integração desses processos exige sistemas capazes de acompanhar o aumento da complexidade da operação. Mas não só isso. A adoção de novas tecnologias também exige preparação das equipes.

A atuação da Gateware visando a absorção da tecnologia foi importante porque a atualização ocorreu durante um novo período de desenvolvimento da empresa, enquanto as equipes também estavam envolvidas em outros projetos. A comunicação, o treinamento e o envolvimento dos usuários foram utilizados para manter as áreas conectadas às etapas da mudança.

Para João, esse trabalho ajudou a transformar a atualização em um projeto de toda a organização.

“Não é um projeto de TI, é um projeto do Grupo Piracanjuba. Se todas as áreas envolvidas estiverem com esse pensamento e com esse engajamento, eu não tenho dúvida de que a receita vai dar certo”, afirma.

A experiência demonstra que a tecnologia precisa estar acompanhada de processos organizados, dados disponíveis e profissionais preparados para utilizar os novos recursos. Afinal, para empresas que já trabalham com grandes volumes e operações integradas, preparar a base tecnológica e seus colaboradores hoje pode ser determinante para aproveitar as aplicações que chegam à indústria nos próximos anos.

Matéria elaborada pela Smartcom e publicada nos portais: 

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