Diretora de Operações e Líder de Squad GMO, Juliana Klimkowski destaca gestão de mudança, relacionamento e mentoria como pilares da liderança em projetos estratégicos
Enquanto a presença feminina segue minoritária em posições estratégicas de tecnologia no Brasil, a Gateware, empresa de tecnologia e inovação com matriz em Curitiba e atuação também em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA, mostra um cenário que foge à curva: 75% dos cargos de liderança da companhia são ocupados por mulheres. O dado ganha Enquanto a presença feminina segue minoritária em posições estratégicas de tecnologia no Brasil, a Gateware, empresa de tecnologia e inovação com matriz em Curitiba e atuação também em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA, mostra um cenário que foge à curva: 75% dos cargos de liderança da companhia são ocupados por mulheres. O dado ganha relevância em um mercado em que, segundo o estudo W-tech 2025, do Observatório Softex, mulheres representam 19,2% dos especialistas de TI no país e ocupam apenas 13,1% dos cargos de diretoria na área.
A distância entre participação e tomada de decisão ainda é evidente. No recorte brasileiro, o mesmo levantamento aponta que mulheres chegam a 26,2% nas gerências, mas caem conforme a senioridade avança. No cenário global, o ritmo de avanço também é gradual. Estudos amplos sobre trabalho e liderança indicam que, em média, a representação feminina em posições de gestão ainda oscila e enfrenta “degraus quebrados” na progressão de carreira.
Para a Gateware, o caminho passa menos por discurso e mais por prática, com meritocracia, confiança e flexibilidade como fatores que sustentam a performance, e ajudam a reter talentos em um setor que exige alta dedicação e entrega contínua.
Um dos exemplos dessa liderança na prática é Juliana Klimkowski, Diretora de Operações e Líder de Squad GMO na Gateware. Com trajetória que une desenvolvimento humano, treinamento e vivência corporativa em grandes transformações, Juliana atua hoje em projetos complexos e de alto impacto, liderando times multidisciplinares em ambientes que exigem integração cultural, consistência de execução e engajamento.
“A tecnologia também é relacionamento. Por trás de um sistema, de um software ou de uma máquina, existem pessoas que garantem o funcionamento desta engrenagem. Quando a gente entende isso, fica mais fácil engajar times para obter resultados”, afirma Juliana.
Na visão da especialista, o avanço da liderança feminina é real, mas ainda acontece em velocidade menor do que o potencial do setor permitiria. “Vemos mulheres em posições técnicas e de coordenação, mas ainda é menos comum ver essas profissionais na liderança. É um caminho em construção”, comenta.
Juliana destaca que a diferença competitiva aparece quando a empresa cria um ambiente onde gênero não entra como variável de risco, e sim como parte natural do talento disponível.
“Vejo a Gateware como uma empresa que não restringe oportunidade por estereótipo. O que pesa é entrega, resultado e confiança. Isso aumenta a sensação de pertencimento e cria um ambiente colaborativo, onde o sucesso de um é o sucesso de todos”, diz.
A GMO também reforça um ponto sensível do setor: projetos de tecnologia demandam intensidade e a conciliação com a vida pessoal pode ser uma barreira prática para muitas profissionais. Por isso, políticas de flexibilidade e uma cultura que enxerga o profissional por inteiro fazem diferença, sem diminuir a régua de desempenho.
Na experiência de Juliana, o amadurecimento da liderança passa por referências e suporte, especialmente em ambientes remotos e de alta especialização. “Mesmo atrás de uma tela, busque mentoria, network, referências. Todo mundo precisa de ajuda em algum momento. Por isso, liderar consultores demanda uma atuação mais inspiradora e integradora, ao invés de simplesmente ser orientadora, pois são profissionais seniores”, afirma.
Por fim, ela ainda acrescenta. “Respeite a sua natureza. A liderança genuína requer responsabilidade, e é consequência de um trabalho consistente, e não de um objetivo a ser alcançado a qualquer custo” aconselha.
Matéria elaborada pela Smartcom e publicada pelos portais:

Juliana Klimkowski é Diretora de Operações e Líder de Squad GMO na Gateware. Com mais de 20 anos de experiência, atuou estrategicamente no varejo, liderando projetos de transformação e gestão da mudança com foco em resultados sustentáveis.
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